Nas páginas da história da Fórmula 1, algumas corridas se destacam não apenas pelo talento dos pilotos, mas pela reviravolta surpreendente que oferecem. As chamadas 'zebras' no automobilismo representam a essência da imprevisibilidade que torna o esporte tão cativante.
Um desses momentos emblemáticos ocorreu no Grande Prêmio da Espanha em 2012, quando Pastor Maldonado, da equipe Williams, desafiou todas as expectativas ao conquistar sua primeira vitória na categoria, superando nomes consagrados como Fernando Alonso e Sebastian Vettel. A vitória de Maldonado, considerado um 'azarão', destacou ainda mais o papel da Williams, uma equipe não tão favorecida na época, tornando o feito ainda mais extraordinário.
Em 1970, Emerson Fittipaldi surpreendeu o mundo ao conquistar o título mundial em sua temporada de estreia pela Lotus. Enfrentando o domínio de pilotos experientes, Fittipaldi, com apenas 23 anos, mostrou que na Fórmula 1, a imprevisibilidade reina, permitindo que novatos desafiem as probabilidades e se consagrem como campeões.
A história de Mike Hawthorn em 1955 também é lembrada por sua imprevisibilidade, quando conquistou o campeonato mundial. Hawthorn, sem ser o favorito inicialmente, sagrou-se campeão em uma disputa acirrada, marcando seu nome como o primeiro britânico a alcançar tal feito. Sua vitória, em meio a controvérsias, ressaltou o elemento surpresa que permeia a Fórmula 1.
Já em 1992, Michael Schumacher fez história ao vencer o Grande Prêmio da Bélgica, conquistando sua primeira vitória na categoria. O novato Schumacher surpreendeu ao liderar a corrida sob condições climáticas adversas, demonstrando seu talento excepcional e pavimentando o caminho para uma carreira lendária na F1.